Revista:Caras Edição:950 N.03 *20/01/2012
Música de Fundo:Tema da Novela Salve Jorge
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
sábado, 19 de setembro de 2009
Homenagem...á Eva Wilma
Homenagem á Eva Wilma
Eva Wilma Rilfles (São Paulo, 14 de dezembro 1933) é uma atriz brasileira de ascendência alemã. Foi casada com os atores John Herbert, com quem teve dois filhos, chamados Vivien e John Jr. e com Carlos Zara, por 23 anos. Biografia Eva Wilma iniciou sua carreia como bailarina clássica aos 14 anos. Logo passou a fazer parte do São Paulo Ballet de Maria Oleneva e, em 1953, apresenta-se no Theatro Municipal de São Paulo jundamente com o corpo de ballet do IV Centenário de São Paulo. O Produtor e Diretor do TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), José Renato, chamou-a para formar a primeira turma de teatro de arena, onde atuou com grandes astros e estrelas na época nos espetáculos, Judas em Sábado de Aleluia, Uma mulher e Três Palhaços, depois, teve grande repercussão ao fazer trabalhos como Boeing-Boeing, O Santo Inquérito, A Megera Domada e Black-Out, peça produzida e dirigida por John Herbert. Fez Um Bonde Chamado Desejo, Pulzt, Esperando Godot, dirigiu Os Rapazes da Banda, depois participou de Quando o Coração Floresce, Queridinha Mamãe, onde recebeu o Molière de Melhor Atriz e O Manifesto. Em 1952, o diretor italiano Luciano Salce convidou-a para fazer um participação como figurante no filme Uma Pulga na Balança na Companhia Cinematográfica Vera Cruz, simultaneamente, participou do documentário do IV Centenário de São Paulo Se a Cidade Cantasse do diretor Tito Banini. Protagonizou dois filmes ao lado de Procopio Ferreira: O Homem dos Papagaios e A Sogra, ambos do diretor Armando Couto, e o drama de José Carlos Burle, O Craque. Foi a estrela da cinebiografia do cantor Francisco Alves:Chico Viola Não Morreu, de Roman Vanoly Barreto, em co-produção com a Atlântida e Sonefilme da Argentina. Volta a trabalhar com José Carlos Burle em uma comédia, O Cantor e o Milionário. Atuou no policial Cidade Ameaçada de Roberto Faria, na aventura A Ilha de Walter Hugo Khouri e no suspense O Quinto Poder de Alberto Pieralisi. Começa a trabalhar em co-produções etrangeiras,A Moça do Quarto 13 do americano Richard Cunha, simultaniamente, trabalha em filmes sob os olhos do alemão Horst Hachler como Noites Quentes em Copacabana e Convite ao Pecado. Premiada no Brasil e exterior, Eva Wilma, participa do filme São Paulo S/A do diretor Luiz Sérgio Person, onde interpreta Luciana, a jovem esposa ambiciosa de um alto funcionário da indústria paulista em busca de ascensão social. Depois, ela participa de comédias como A Arte de Viver Bem, episódio 1: A Incoveniência de Ser esposa, baseada na peça homônima de de Silveira Sampaio, sob direção de Fernando de Barros, da co-produção Brasil-México,Juegos Peligrosos, episódio 2: Divertimento do diretor mexicano Luiz Algoriza e Cada Um Dá O Que Tem, episódio 2: Cartão de Crédito, sob direção de John Herbert. De Ricardo Bandeira faz uma pequena participação no filme religioso O Menino Arco-Íris ( A Vida de Jesus Cristo). Representa a abnegada mãe de um jogador de futebol em Asa Branca, um sonho brasileiro do diretor Djalma Limongi Batista, e o Feliz Ano Velho de Roberto Gervitz. Paticipou dos filmes Person, Veias e Vinhos. O Signo da Cidade de Bruna Lombardi e A Guerra dos Vizinhos do diretor Rubens Xavier Na televisão Eva Wilma estreou em 1953, quando Cassiano Gabus Mendes convidou-a para atuar no seriado Namorados de São Paulo, ao lado de Mário Sérgio. Posteriormente, Gabus Mendes mudou o título da série para "Alô, Doçura", e esta foi protagonizada por Eva Wilma e John Herbert durante dez anos. O seriado entrou para o Guiness Book como o mais longo do país e, Eva Wilma, recebeu o Troféu Imprensa 1964 como Destaque do ano. John Herbert e Eva Wilma formaram o principal casal da televisão brasileira dos anos 50 e 60, depois do sucesso em Alõ Doçura, eles trabalharam na Record, protagonizando duas novelas: Comédia Carioca e Prisioneiro de um Sonho de Roberto Faria. O Casal retorna à TV Tupi e fazem trabalhos importantes como A de Amor e Confissões de Penélope, antes Eva Wilma comove os telespectadores como a meiga Ana Maria de Ana Maria Meu amor, faz Fatalidade e a vilã Jane de Angústia de Amar, novela baseada no filme O Que Aconteceu a Baby Jane?. Recebe reconhecimento internacional ao trabalhar em O Amor Tem Cara de Mulher do mestre Cassiano Gabus Mentes e recebe o Troféu imprensa de 1966 de atriz revelação. Atuou em Nenhum Homem é Deus de Lauro César Muniz. Nos anos 70, o rosto de Eva Wilma é referência no Teatro, Cinema e TV, tornou-se ao lado do Carlos Zara um dois principais pares românticos da televisão brasileira, onde juntos trabalharam em novelas de grande sucesso, teleteatros e especias, pois Carlos Zara foi até 1977 o diretor de teledramaturgia da extinta TV Tupi. Atua em novelas importantes como Meu Pé de Laranja lima, onde interpreta a uma mulher amarga, Jandira e a sonhadora Gabriela emNossa Filha Gabriela, , ambas da Ivani Ribeiro, na trama A Revolta dos Anjos da psicologa Carmem Silva ela interpreta a prudente Silvia. Em 1973, Eva Wilma detona ao interpretar as gêmeas Ruth e Raquel de Mulheres de Areia/ versão 73 novela de Ivani Ribeiro, que é sucesso nacional e internacional, popularmente chamada de Vivinha pelos colegas, ela trabalha em novelas de sucesso da Ivani Ribeiro, A Barba Azul e A Viagem/ versão 75. Depois, participa de novelas do Sérgio Jackymann, O Julgamento e Roda de Fogo. Faz o remake de O Direito de Nascer e chega a participar das gravações da novela Maria de Nazaré, que por problemas internos da emissora paulista nunca chegou a ser levada ao ar. Com o fim da TV Tupi em 1980, Eva Wilma é contratada definitivamente pela Rede Globo, onde exerce seu lado humorístico nas novelas Plumas e Paetês e Elas por Elas, faz a esquizofrênica Laura de Ciranda de Pedra, a autoritária Francisca Moura Imperial de Transas e Caretas, novela onde o nome de sua personagem era uma leve crítica ao FMI, depois vieram a engraçada Angelina de De quina pra Lua, a ex-militante política que sofreu os horrores da ditadura militar, Maura, de Roda de Fogo, o sucesso Sassaricando e muitas outras novelas marcantes: Pedra sobre Pedra, Pátria minha e A Indomada, onde interpretou a cômica vilã Maria Altiva Pedreira Mendonça de Albuquerque. Atuou em História de Amor, onde o autor Manuel Carlos criou um personagem só para ela, fez também grandes produções como O Rei do Gado, Esperança, Começar de Novo e Desejo Proibido. Sempre participou de grandes séries, em especial, Mulher e, logo após, Os Maias, Um Só Coração e JK. Sempre participando em personagem de destaque, a atriz mostra-se sempre presente. Dona de um caráter fascinante, Eva Wilma vem acumulando sucessos e prêmios ao longo de sua trajetória artística, sendo uma das maiores atrizes da teledramaturgia brasileira.
Eva Wilma Rilfles (São Paulo, 14 de dezembro 1933) é uma atriz brasileira de ascendência alemã. Foi casada com os atores John Herbert, com quem teve dois filhos, chamados Vivien e John Jr. e com Carlos Zara, por 23 anos. Biografia Eva Wilma iniciou sua carreia como bailarina clássica aos 14 anos. Logo passou a fazer parte do São Paulo Ballet de Maria Oleneva e, em 1953, apresenta-se no Theatro Municipal de São Paulo jundamente com o corpo de ballet do IV Centenário de São Paulo. O Produtor e Diretor do TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), José Renato, chamou-a para formar a primeira turma de teatro de arena, onde atuou com grandes astros e estrelas na época nos espetáculos, Judas em Sábado de Aleluia, Uma mulher e Três Palhaços, depois, teve grande repercussão ao fazer trabalhos como Boeing-Boeing, O Santo Inquérito, A Megera Domada e Black-Out, peça produzida e dirigida por John Herbert. Fez Um Bonde Chamado Desejo, Pulzt, Esperando Godot, dirigiu Os Rapazes da Banda, depois participou de Quando o Coração Floresce, Queridinha Mamãe, onde recebeu o Molière de Melhor Atriz e O Manifesto. Em 1952, o diretor italiano Luciano Salce convidou-a para fazer um participação como figurante no filme Uma Pulga na Balança na Companhia Cinematográfica Vera Cruz, simultaneamente, participou do documentário do IV Centenário de São Paulo Se a Cidade Cantasse do diretor Tito Banini. Protagonizou dois filmes ao lado de Procopio Ferreira: O Homem dos Papagaios e A Sogra, ambos do diretor Armando Couto, e o drama de José Carlos Burle, O Craque. Foi a estrela da cinebiografia do cantor Francisco Alves:Chico Viola Não Morreu, de Roman Vanoly Barreto, em co-produção com a Atlântida e Sonefilme da Argentina. Volta a trabalhar com José Carlos Burle em uma comédia, O Cantor e o Milionário. Atuou no policial Cidade Ameaçada de Roberto Faria, na aventura A Ilha de Walter Hugo Khouri e no suspense O Quinto Poder de Alberto Pieralisi. Começa a trabalhar em co-produções etrangeiras,A Moça do Quarto 13 do americano Richard Cunha, simultaniamente, trabalha em filmes sob os olhos do alemão Horst Hachler como Noites Quentes em Copacabana e Convite ao Pecado. Premiada no Brasil e exterior, Eva Wilma, participa do filme São Paulo S/A do diretor Luiz Sérgio Person, onde interpreta Luciana, a jovem esposa ambiciosa de um alto funcionário da indústria paulista em busca de ascensão social. Depois, ela participa de comédias como A Arte de Viver Bem, episódio 1: A Incoveniência de Ser esposa, baseada na peça homônima de de Silveira Sampaio, sob direção de Fernando de Barros, da co-produção Brasil-México,Juegos Peligrosos, episódio 2: Divertimento do diretor mexicano Luiz Algoriza e Cada Um Dá O Que Tem, episódio 2: Cartão de Crédito, sob direção de John Herbert. De Ricardo Bandeira faz uma pequena participação no filme religioso O Menino Arco-Íris ( A Vida de Jesus Cristo). Representa a abnegada mãe de um jogador de futebol em Asa Branca, um sonho brasileiro do diretor Djalma Limongi Batista, e o Feliz Ano Velho de Roberto Gervitz. Paticipou dos filmes Person, Veias e Vinhos. O Signo da Cidade de Bruna Lombardi e A Guerra dos Vizinhos do diretor Rubens Xavier Na televisão Eva Wilma estreou em 1953, quando Cassiano Gabus Mendes convidou-a para atuar no seriado Namorados de São Paulo, ao lado de Mário Sérgio. Posteriormente, Gabus Mendes mudou o título da série para "Alô, Doçura", e esta foi protagonizada por Eva Wilma e John Herbert durante dez anos. O seriado entrou para o Guiness Book como o mais longo do país e, Eva Wilma, recebeu o Troféu Imprensa 1964 como Destaque do ano. John Herbert e Eva Wilma formaram o principal casal da televisão brasileira dos anos 50 e 60, depois do sucesso em Alõ Doçura, eles trabalharam na Record, protagonizando duas novelas: Comédia Carioca e Prisioneiro de um Sonho de Roberto Faria. O Casal retorna à TV Tupi e fazem trabalhos importantes como A de Amor e Confissões de Penélope, antes Eva Wilma comove os telespectadores como a meiga Ana Maria de Ana Maria Meu amor, faz Fatalidade e a vilã Jane de Angústia de Amar, novela baseada no filme O Que Aconteceu a Baby Jane?. Recebe reconhecimento internacional ao trabalhar em O Amor Tem Cara de Mulher do mestre Cassiano Gabus Mentes e recebe o Troféu imprensa de 1966 de atriz revelação. Atuou em Nenhum Homem é Deus de Lauro César Muniz. Nos anos 70, o rosto de Eva Wilma é referência no Teatro, Cinema e TV, tornou-se ao lado do Carlos Zara um dois principais pares românticos da televisão brasileira, onde juntos trabalharam em novelas de grande sucesso, teleteatros e especias, pois Carlos Zara foi até 1977 o diretor de teledramaturgia da extinta TV Tupi. Atua em novelas importantes como Meu Pé de Laranja lima, onde interpreta a uma mulher amarga, Jandira e a sonhadora Gabriela emNossa Filha Gabriela, , ambas da Ivani Ribeiro, na trama A Revolta dos Anjos da psicologa Carmem Silva ela interpreta a prudente Silvia. Em 1973, Eva Wilma detona ao interpretar as gêmeas Ruth e Raquel de Mulheres de Areia/ versão 73 novela de Ivani Ribeiro, que é sucesso nacional e internacional, popularmente chamada de Vivinha pelos colegas, ela trabalha em novelas de sucesso da Ivani Ribeiro, A Barba Azul e A Viagem/ versão 75. Depois, participa de novelas do Sérgio Jackymann, O Julgamento e Roda de Fogo. Faz o remake de O Direito de Nascer e chega a participar das gravações da novela Maria de Nazaré, que por problemas internos da emissora paulista nunca chegou a ser levada ao ar. Com o fim da TV Tupi em 1980, Eva Wilma é contratada definitivamente pela Rede Globo, onde exerce seu lado humorístico nas novelas Plumas e Paetês e Elas por Elas, faz a esquizofrênica Laura de Ciranda de Pedra, a autoritária Francisca Moura Imperial de Transas e Caretas, novela onde o nome de sua personagem era uma leve crítica ao FMI, depois vieram a engraçada Angelina de De quina pra Lua, a ex-militante política que sofreu os horrores da ditadura militar, Maura, de Roda de Fogo, o sucesso Sassaricando e muitas outras novelas marcantes: Pedra sobre Pedra, Pátria minha e A Indomada, onde interpretou a cômica vilã Maria Altiva Pedreira Mendonça de Albuquerque. Atuou em História de Amor, onde o autor Manuel Carlos criou um personagem só para ela, fez também grandes produções como O Rei do Gado, Esperança, Começar de Novo e Desejo Proibido. Sempre participou de grandes séries, em especial, Mulher e, logo após, Os Maias, Um Só Coração e JK. Sempre participando em personagem de destaque, a atriz mostra-se sempre presente. Dona de um caráter fascinante, Eva Wilma vem acumulando sucessos e prêmios ao longo de sua trajetória artística, sendo uma das maiores atrizes da teledramaturgia brasileira.
Carreira Na televisão 1965 - Comédia Carioca .... Linda (TV Record/TV Rio) 1965 - Fatalidade .... Fernanda (TV Tupi) 1965 - Prisioneiro de um Sonho .... Laura/Sandra/Sílvia (TV Record) 1966 - Ana Maria, Meu Amor .... Ana Maria (TV Tupi) 1966 - Angústia de Amar .... Patrícia (TV Tupi) 1966 - O Amor Tem Cara de Mulher .... Marcela/Roseli (TV Tupi) 1968 - Nenhum Homem é Deus .... Diana (TV Tupi) 1970 - O Meu Pé de Laranja Lima .... Jandira (TV Tupi) 1971 - Nossa Filha Gabriela .... Gabriela (TV Tupi) 1972 - A Revolta dos Anjos .... Sílvia Brandão (TV Tupi) 1973 - Mulheres de Areia .... Rute / Raquel (TV Tupi) 1974 - A Barba Azul .... Jô Penteado (TV Tupi) 1975 - A Viagem .... Dinah Toledo (TV Tupi) 1976 - O Julgamento .... Sônia (TV Tupi) 1978 - O Direito de Nascer .... Maria Helena Zamora de Juncal (TV Tupi) 1978 - Roda de Fogo .... Giovanna (Gil) (TV Tupi) 1979 - Como Salvar Meu Casamento .... Dra. Lúcia (TV Tupi) 1979 - Maria Nazaré .... Maria (TV Tupi) 1980 - Plumas e Paetês .... Rebeca 1981 - Ciranda de Pedra .... Laura Prado 1982 - Elas por Elas .... Márcia Lopes Pereira 1983 - Champagne .... dona da casa 1983 - Guerra dos Sexos .... Bárbara 1984 - Transas e Caretas .... Francisca Moura Imperial 1985 - Um Sonho a Mais .... amiga de Renata 1986 - De Quina pra Lua .... Angelina Jesus Batista 1987 - Roda de Fogo .... Maura Garcez 1987 - Sassaricando .... Penélope Bacelar 1988 - Que Rei Sou Eu? .... Marquesa 1990 - Mico Preto .... Nenê 1992 - Pedra sobre Pedra .... Hilda Pontes 1993 - O Mapa da Mina .... Tatiana Torres de Almeida 1994 - Pátria Minha .... Teresa Pellegrini 1995 - História de Amor .... Zuleika Viana Sampaio 1996 - O Rei do Gado .... Marietta Berdinazzi 1997 - A Indomada .... Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque 2002 - Esperança .... Rosa 2004 - Começar de Novo .... Lucrécia Borges 2006 - Páginas da Vida .... Desembargadora Laura Torgano 2007 - Desejo Proibido .... Cândida Novais de Toledo [editar] Minisséries, Teleteatros de Vanguarda, Seriados 1953 - Namorados de São Paulo .... várias personagens (TV Tupi) 1954/1963 - Alô Doçura .... várias personagens (TV Tupi) 1965 - Hit Parede .... (TV Rio/RJ) 1964 - Viajante Rodoviári...(quinto episódio da série) (TV Tupi) 1966 - A... de Amor .... Lúcia (TV Tupi) 1969 - Confissões de Penélope .... Penélope (TV Tupi) 1970 - A Arte de Amar Bem .... Inês (Seriado/Tv Tupi) 1975 - Blanche de Bois .... (teleteatro Tupi) (TV Tupi) 1975 - Nem Eva Nem Wilma, Simplesmente Vivinha .... (Especial de Final de Ano TV Tupi) 1976 - Antígona .... (teleteatro Tupi) (TV Tupi) 1976 - Cyrano de Bergeree(teleteatro tupi) (TV Tupi) 1976 - Dois mil anos de teatro .... (Especial - TV Globo) 1981 - Malu Mulher 1983 - Alice - Alice .... Alice 1983 - O Menini do Arco-Íres .... Leila (Caso Especial/TV Globo) 1984 - A Bolsa e a Vida 1986 - O Nego Léo 1990 - Delegacia de Mulheres 1991 - As pessoas da sala de jantar 1992 - Anos Rebeldes .... Joana 1993 - A Madona de Cedro .... Maria 1993 - Viagem sem volta .... (Especial - TV Globo) 1998/1999 - Seriado Mulher .... Dra. Marta Correia Lopes - (Seriado - TV Globo) 2001 - Os Maias .... Maria da Cunha 2001 - Os Normais .... Episódio: Fazer as pazes é normal - TV Globo 2002 - O Quinto dos Infernos .... D. Maria I 2004 - Um Só Coração 2006 - Clara e o Chuveiro do Tempo .... Vó Bila 2006 - JK .... Luisinha Negrão (segunda fase) [editar] Grande Teatro Tupi dos Anos 50 1955 - Hamalet 1956 - Edipo Rei 1958 - Torfuno 1959 - Casa de bonecas [editar] No cinema 1953 - Ângela 1953 - O Homem dos Papagaios 1953 - Uma Pulga na Balança 1954 - A Sogra 1954 - Chico Viola Não Morreu....Maria das Trançinhas 1954 - O Craque 1957 - Se a Cidade Contasse 1958 - O Cantor e o Milionário .... Laura 1960 - Assassinato em Copacabana .... Jaqueline 1960 - Cidade Ameaçada 1961 - A Moça do Apartamento 13 1962 - O Quinto Poder 1963 - A Ilha 1963 - Mord in Rio .... Leila 1964 - Convite ao Pecado 1964 - Noites Quentes de Copacabana - Co-produção Brasil/Alemanha 1964 - O Quinto Poder 1965 - São Paulo S/A .... Luciana 1967 - Juegos Peligrosos .... Lucía - Co-produção Brasil/México 1968 - A Marcha 1969 - Teste na Universal Pictures, Hollywood, com Alfred Hitchcock para o filme Topázio 1970 - A Arte de Amar Bem .... Inês 1975 - Assim Era a Atlântida 1975 - Cada um Dá o que Tem 1980 - Asa Branca - Um sonho brasileiro 1981 - O Menino Arco-Íris 1986/1987 - Feliz Ano Velho .... Lúcia 2003 - Person 2006 - Veias e Vinhos 2007 - O Signo da Cidade 2007 - Paulo Gracido - O Bem-Amado!!! 2008 - A Guerra dos Vizinhos [editar] No teatro 1952/1955 - Ballet IV Centenário de São Paulo 1952/1955 - A rosa dos ventos 1952/1955 - Escrever sobre mulheres 1952/1955 - Esta noite é nossa 1952/1955 - Judas em sábado de aleluia 1952/1955 - O demorado adeus 1952/1955 - Uma mulher e três palhaço 1956/1960 - Lição de Botânica 1956/1960 - Sem entrada e sem mais nada 1963/1964 - A história do soldado 1963/1964 - Boeing-Boeing 1965/1966 - A Megera Domada 1965/1966 - As feiticeiras de Salem 1965/1966 - O Santo inquérito 1967 - Oh! Que delícia de guerra 1967/1968 - Black-out 1969 - Ato sem perdão 1970 - Os rapazes da banda 1971/1972 - Pequenos assassinos 1971/1972 - Putz 1974 - Um bonde chamado desejo 1977 - Esperando Godot 1978 - O rei David 1980 - Pato com laranja 1982/1983 - Desencontros Clandestinos 1983/1984 - Uma cama para três 1984/1987 - Quando o coração floresce 1989 - O preço 1991/1993 - Love Letters - Cartas de Amor 1994/1996 - Querida Mamãe 1999 - Madame 1999/2000 - Um dia das mães 2003 - Vivinha 2004/2005 - Primeira Pessoa 2006 - Um brinde ao teatro 2007/2008 - O Manifesto [editar] Premiações Recebeu o Troféu Imprensa em: 1964 - como destaque feminino do seriado Alô doçura; 1966 - como melhor atriz revelação pela telenovela O amor tem cara de mulher; 1973 - como melhor atriz pela telenovela Mulheres de areia (*); 1975 - como melhor atriz pela telenovela A viagem; 1997 - como melhor atriz pela novela A indomada. (*) A ganhadora foi Regina Duarte pelo seu trabalho em Carinhoso. Ao receber o prêmio das mãos de Silvio Santos, no programa ao vivo que ainda era na TV Globo, todavia, Regina Duarte não o aceitou como seu e disse que passaria para a verdadeira merecedora, Eva Wilma. Recebeu o prêmio APCA/TV em: 1973 - melhor atriz por Ruth / Raquel na telenovela Mulheres de Areia; 1975 - melhor atriz por Dinah Veloso na telenovela A Viagem; 1997 - melhor atriz por Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque na telenovela A Indomada. Recebeu o Troféu Roquette Pinto em: 1958 - melhor atriz por Alô Doçura 1964 - melhor atriz por Prisioneiros de um Sonho 1966 - melhor atriz por O Amor Tem Cara de Mulher 1973 - melhor atriz por Mulheres de areia 1975 - melhor atriz por A Viagem Recebeu o prêmio Contigo!/TV em: 1996 - melhor atriz coadjuvante por Zuleica na telenovela História de amor 1997 - melhor participação especial pela telenovela O Rei do Gado 1997 - melhor atriz e melhor vilã por Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque na telenovela A Indomada Recebeu o prêmio Revista/melhores do ano em: 1975 - melhor atriz por Dinah na telenovela A Viagem Recebeu o prêmio Troféu O Repórter em: 1973 - melhor atriz por Ruth e Raquel Mulheres de Areia 1976 - melhor atriz por Sônia O Julgamento Recebeu o prêmio Troféu IN em: 1973 - melhor atriz por Mulheres de Areia 1975 - melhor atriz por A Viagem Recebeu o Prêmio Helena Silveira em: 1973 - melhor atriz por Ruth e Raquel de Mulheres de Areia Recebeu o Prêmio Adolpho Bloch em: 1977 - melhor atriz por O Julgamento Recebeu o Troféu APDL em: 1973 - melhor atriz pela novela Mulheres de Areia 1975 - melhor atriz pela novela A Viagem Recebeu o Troféu Egas Muniz em: 1973 - Melhor atriz por Mulheres de Areia Recebeu o prêmio Os Melhores do Ano da Revista Contigo/Ilusão em 1976 Recebeu o prêmio Os Melhores do Ano da Revista Sétimo Céu em 1975 e 1976 Recebeu o prêmio de Melhor atriz 1973 TUPI - Placa de Bronze Recebeu o Prêmio Plá Carlos Imperial: 1973 - melhor atriz por Mulheres de areia 1976 - melhor atriz por A Viagem Recebeu o Prêmio Pop de TV em: 1969 - melhor atriz por Confissões de Penélope 1973 - melhor atriz por Mulheres de areia 1975 - melhor atriz por A viagem Recebeu o Prêmio Assis Chateaubriand 1960 - por Alô doçura 1966 - por O amor Tem cara de mulher 1971 - por Meu pé de laranja lima 1973 - por Mulheres de areia 1974 - por A barba azul 1975 - por A viagem 1978 - por O direito de nascer Recebeu o Prêmio Qualidade Profissional 1997 - Atriz do ano por A indomada (televisão) 2000 - pelo conjunto da obra (teatro,cinema e televisão) 2007 - Atriz do ano por O Manifesto (teatro) Recebeu a Medalha Presidente Médici 1973 - Melhor atriz de telenovela brasileira Recebeu o Prêmio APCL Internacinal em: 1973 - melhor atriz por Mulheres de areia Recebeu os Prêmios AP-Show cinco vezes: 1973 - por Mulheres de Areia 1974 - por A Barba Azul 1975 - por A Viagem 1977 - por O Jugamento 1979 - por O Direito de Nascer Recebeu o Troféu Paulo Barbosa 1976 Melhor atriz pela sua atuação em O Julgamento Recebeu o Troféu APIPE: 1984 - por Transas e Caretas Recebeu o Prêmio Sharp de Teatro 1994 1994 - Melhor atriz por 'Queridinha Mamãe' Recebeu o Prêmio Shell de Teatro 1994 e 1995 1994 - Melhor atriz por 'Queridianha Mamãe' 1995 - Melhor atriz por 'Queridinha Mamãe' Recebeu o PrêmioGovernador do Estado/SP 1955 - melhor atriz de Teatro por ' Uma Mulher e Três Palhaços' 1966 - Melhor atriz de Teatro por ' Black-Out' 1988 - Melhor atriz de Teatro por ' Quando o Coração Frorece' Recebeu o Prêmio Molière por 1994 - Melhor Atriz de Teatro por 'Queridinha Mamãe' Recebeu o Prêmio Globo de TV em: 1981 - Melhor atriz por Laura de Ciranda de pedra; 1986 - Melhor atriz por Maura de Roda de fogo; 1997 - Melhor atriz por Altiva de A indomada. Recebeu o Prêmio Faz Diferença de Teatro 2004 - Melhor atriz por "Primeira Pessoa" Recebeu uma homenagem em Cuba em 1966 pela atuação em O amor tem cara de mulher da TV Tupi; uma homenagem especial pela atuação no filme A Ilha no Festival de Berlim; e no Festival de Veneza foi destaque pelo júri popular.
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